Pensar nem sempre é estar doente dos olhos

O maravilhoso heterônimo de Fernando Pessoa, Alberto Caeiro, diz em um dos poemas que amamos que " pensar é estar doente dos olhos", porque ele quer que seus leitores se ponham a sentir o mundo. Mas, como hoje poucas pessoas fazem qualquer uma das duas coisas ( pensar e sentir), permitimo-nos dizer que sentir é fundamental, mas pensar também. Exercite essas duas capacidades: leia mais, viaje mais, converse mais com gente interessante, gaste seu tempo discutindo ideias e não pessoas.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Essa é boa! Divirtam-se

Quando Deus fez o mundo, para que os homens prosperassem decidiu dar-lhes apenas duas virtudes. Assim:

- Aos Suíços os fez estudiosos e respeitadores da lei.
- Aos Ingleses, organizados e pontuais..
- Aos argentinos, chatos e arrogantes.
- Aos Japoneses, trabalhadores e disciplinados.
- Aos Italianos, alegres e românticos.

- Aos Franceses, cultos e finos.
- Aos Brasileiros, inteligentes, honestos e petistas.
O anjo anotou, mas logo em seguida, cheio de humildade e de medo, indagou:
- Senhor, a todos os povos do mundo foram dadas duas virtudes, porém, aos brasileiros foram dadas três! Isto não os fará soberbos em relação aos demais povos da terra?
- Muito bem observado, bom anjo! exclamou o Senhor.
- Isto é verdade!
- Façamos então uma correção! De agora em diante, os brasileiros, povo do meu coração, manterão estas três virtudes, mas nenhum deles poderá utilizar mais de duas simultaneamente, como os demais povos!
- Assim, o que for petista e honesto, não pode ser inteligente.
- O que for petista e inteligente , não pode ser honesto.
- E o que for inteligente e honesto, não pode ser petista.!!!!!!
Palavras do Senhor !!!.

Nota de esclarecimento
Fico triste quando usam a Internet para espalhar informações que não procedem! Enviaram-me hoje um e-mail dizendo que o sangue do nosso presidente é do tipo A-peritivo, e o dos que votaram nele dele é do tipo O-tário.
É muita sacanagem e falta de ética passar esse tipo de coisa.... Temos que divulgar informações corretas! O sangue do presidente é do tipo B-bum e o dos eleitores AB-estalhados.
Não esqueça:
A mentira tem perna curta, língua presa, barba branca e um dedo a menos...
P.S. - NÃO VOTEI NO "CARA" E NÃO VOU VOTAR NA "COROA".

terça-feira, 14 de setembro de 2010

PROFESSOR ESTÁ SEMPRE ERRADO Jô Soares

Não sei se o etxtoa seguir é realmente do Jô, recebi por e-mail, mas de qualquer forma achei curioso, por isso resolvi postar. Boa leitura!

O material escolar mais barato que existe na praça é o professor!
É jovem, não tem experiência.
É velho, está superado.
Não tem automóvel, é um pobre coitado.
Tem automóvel, chora de "barriga cheia'.
Fala em voz alta, vive gritando.
Fala em tom normal, ninguém escuta.
Não falta ao colégio, é um 'caxias'.
Precisa faltar, é um 'turista'.
Conversa com os outros professores, está 'malhando' os alunos.
Não conversa, é um desligado.
Dá muita matéria, não tem dó do aluno.
Dá pouca matéria, não prepara os alunos.
Brinca com a turma, é metido a engraçado.
Não brinca com a turma, é um chato.
Chama a atenção, é um grosso.
Não chama a atenção, não sabe se impor.
A prova é longa, não dá tempo.
A prova é curta, tira as chances do aluno.
Escreve muito, não explica.
Explica muito, o caderno não tem nada.
Fala corretamente, ninguém entende.
Fala a 'língua' do aluno, não tem vocabulário.
Exige, é rude.
Elogia, é debochado.
O aluno é reprovado, é perseguição.
O aluno é aprovado, deu 'mole'.
É, o professor está sempre errado, mas, se conseguiu ler até aqui,
agradeça a ele!
Esta é para ser repassada mesmo.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Eleições chegando

Vi, na semana passada, a ótima Lucia Hypolito ( jornalista e comentarista da CBN) explicando ao eleitores um dúvida que, creio, seja de muitos, por isso resolvi repassar os ensinamentos dela aqui: Corre, sempre que há eleições, um boato de que se mais de 50% dos eleitores votarem branco ou nulo a eleição é anulada. Porém, só o TSE tem o poder de anular uma eleição caso algo nela tenha saído em desconformidade com a lei, por exemplo: compra de votos, transporte ilegal de eleitores, alimentação de eleitores paga pelo candidato, dentre outros. Quanto aos votos brancos e nulos, eles não são válidos e, por isso, não entram na contagem, ou seja, o cadidato eleito terá de ter percentual adequado apenas dos votos válidos. Portanto, meus amigos, VOTEM CORRETAMENTE, ESCOLHAM SEUS CANDIDATOS COM BASE EM PESQUISAS FEITAS POR VOCÊS MESMOS. NÃO CONFIEM CEGAMENTE NOS INSTITUTOS DE PESQUISA E, MUITO MENOS, VOTEM EM ALGUÉM PORQUE ACHAM QUE A CRIATURA VAI GANHAR.  A FIM DE NÃO PERDER O VOTO. Lembrem-se de que o Brasil até pagou o FMI, mas nossa dívida interna está pelas alturas e os cargos comissionados, no governo Lula, aumentaram para 64000, contra 11000 no período de FHC, o que já era uma exorbitância.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Vestígios do Nada- Giovana Fontes

O texto a seguir é, antes de mais nada, um exercício de escrita. Trata-se de um conto que eu creio que ainda esteja inacabado, mesmo assim resolvi dividi-lo com os nossos leitores ( nossa parece tão pedante isso ,né?), pelo menos com os 33 aqui cadastrados rssss, que têm coragem de palpitar sobre minhas loucuras. Leiam e comentem, se tiverem paciência.
Vestígios do nada
São definitivamente tortuosos os caminhos pelos quais a vida nos conduz. A pequena cidade de Sezelândia ainda não havia percebido algo de diferente naquela manhã. Mas eu, como sempre, esperava que uma coisa qualquer fantástica acontecesse e nos tirasse daquele marasmo em que vivíamos, eterno finados em dia de chuva!
Quando os moradores se reuniram diante da praça, espantados, falando muito, tergiversando sobre as possibilidades do ocorrido, ninguém de fato tinha idéia do que havia realmente se passado ali. Era treze de janeiro, um calor africano, sem vento, que desanimava até os refrigeradores de ar, havia se instaurado na cidade. Fato típico do período, porém dessa vez viera ainda mais intenso, como se uma caldeira imensa aquecesse o local sem que nada pudesse refrescá-lo.
Em meio à balburdia, seu Nicolino gritou que o neto dele havia desaparecido sem deixar rastros. Na mesma melodia monocórdica, em tom de ladainha, vieram os demais lamentos: D. Juvelina e D. Natalina também haviam perdido os netos; D. Suzana gritava pela filha; Até o bebê de 8 meses havia estranhamente desaparecido do ventre de Ernestina sem deixar rastros, como diabos isso era possível? Parto sem corte, sem dor, sem ser percebido pela mãe? Só podia mesmo ser coisa do demo, do tinhoso, do três dedos, dizia D. Juvelina se benzendo com galhos de arruda e guiné e fazendo o sinal da cruz.
Enquanto isso, Ernestina estava sentada na sarjeta, catatônica, repetindo sempre a mesma história: saíra de casa às 7 da noite com o marido para ir ao circo. A lona havia sido montada no dia anterior, aquela era a estréia, nenhuma alma da cidade havia faltado, estavam todos lá: inclusive os futuros desaparecidos. Quando ela e Geraldo voltaram para casa, por volta das 11 da noite tudo estava como de costume, mas eis que na manhã seguinte, ela, que dormira grávida, acordara como o ventre seco, como se o Augusto ( seu agora ex-futuro filho) nunca tivesse existido!
Num lampejo, Sezefredo – o Sherlock Holmes local,como era conhecido – teve a brilhante idéia: vamos refazer os passos de todos, nesse processo de reconstituição do acontecido não era possível que não encontrassem uma falha, um fato despercebido até então, um detalhe qualquer que os conduzisse a uma explicação!
O curioso era que nenhum dos envolvidos se via capaz de reproduzir seus próprios passos, parecia que houvera uma amnésia coletiva: lembravam-se de ter ido ao circo, porém esqueceram-se de todo o resto. Por mais que se esforçassem, nada vinha à memória, nem mesmo Sezefredo, cuja memória era de elefante, conseguia se recordar do que fizera. Salomão, o único que se mantinha calmo, pacientemente começou a proferir sua teoria, ouvida atentamente por todos, já que sua sapiência era notória. “Eu”, disse ele, “creio que estamos diante da mais pura manifestação sobrenatural. Muitos aqui devem se recordar do que aconteceu na cidade vizinha, Torvelinho, quando estranhos fenômenos levaram toda a cidade a mudar de atitude em relação à vida. Talvez seja isso que precisemos, quem sabe alguém não nos está dando uma oportunidade de repensarmos quem somos e como vivemos.”
As sábias palavras de Salomão ecoaram fundo nos moradores de Sezelândia, ninguém sabia o que dizer. Fazia sentido, mas por que eles? Era o que todos silenciosamente se perguntavam! Apenas Ernestina, ainda em transe, não ouvira nada do que foi dito. Ela só fazia repetir o nome de Augusto e depois fazia murmúrios incompreensíveis. Só muito mais tarde Salomão compreendeu que ela entoava versos de Castro Alves, que ele lhe ensinara, repetindo sempre a mesma triste parte: “todas têm os seus amores/eu não tenho mãe nem filhos/nem irmão, nem lar, nem flores”.
Por aquelas paragens era comum se ouvirem histórias de acontecidos misteriosos. Eu me lembro que quando era pequena minha avó costumava contar a história de Rosalva, uma menina que, de um dia para o outro, desapareceu sem deixar rastros. Ela me punha medo, dizia que moça direita não dava trela a qualquer rapaz, que aquela menina, a desaparecida, tinha sido levada pelo demo, porque ele ( o capeta) em noites de lua cheia aparecia todo vestido de branco, alinhado em seu terno, com um bonito chapéu, cortejando as moças namoradeiras. Depois, ele as tomava nos braços e saía rodopiando pela praça, valsando, gargalhando. Quando a moça estava completamente seduzida, ele retirava a alma dela e desaparecia com o corpo da pobre coitada, assim havia sido com Rosalva, repetia a vó. Mas depois que cresci, eu descobri que, na verdade, muitas dessas “sumidas”, inclusive a Rosalva, tinham era fugido com algum vendedor, acreditando que levariam uma vida melhor longe de Sezelândia, porém no fundo, na maioria das vezes, acabavam em algum prostíbulo de Belo Horizonte, abandonadas pelos “ noivos” que as deixavam lá com a promessa de vi-las buscar depois, o que jamais acontecia. No fundo, era esse o temor de minha avó. Só que comigo isso não se daria, estava para nascer o homem que me poria numa situação dessa, eu quero me casar sim, mas com alguém que me respeite. Vou sair desse fim de mundo, mas meu destino é o estudo. Quero ser normalista. Vou dedicar minha vida a desemburrecer as pessoas.
Bem enquanto eu me perdia nesses devaneios, a cidade se organizava para as buscas. Todos sabiam que o ocorrido de agora nada tinha a ver com essas memórias que eu evoquei e que muitos ali conheciam. O caso era completamente outro, até porque todos os desaparecidos eram crianças - e ainda tinha o Augusto...esse era o maior mistério, sumido do ventre da mãe...nem Salomão tinha resposta para isso, ainda!
De repente, em meio à multidão, ouviu-se Ernestina gritando: foi ele, eu sabia que aquele malabarista tinha algo de estranho, aqueles olhos fundos, as mãos alongadas demais, ele tocou minha barriga antes do espetáculo, disse que sempre sonhara em ser pai, mas que Deus não lhe dera essa graça. “Desgraçado”, bradava ela, “aquele maldito levou meu filho”. Porém, apesar de compadecidos com a dor de Ernestina, nenhum dos moradores dava crédito às palavras dela: como diabos o homem teria tirado Augusto de seu ventre sem deixar rastros...Muitos já começavam a pensar que a gravidez dela fosse falsa, psicológica, coisa de gente louca, porque bebê não some assim. Só que o Dr. Fausto, homem muito respeitado, afirmou que acompanhara a gravidez e que a criança estava sim no ventre dela, ele próprio ouvira o coração do bebê bater. A única sandice de tudo isso era Ernestina insistir em chamar a criança de Augusto, como se ela pudesse mesmo saber o sexo, coisa que era impossível naquele tempo, por aquelas bandas. Mas todos já estavam tão acostumados com isso que nem mesmo se davam conta dessa barbaridade.
Enquanto todos se desesperavam, afinal nada haviam lembrado, Salomão sugeriu uma nova tentativa: deveriam todos voltar ao circo naquela noite, iriam atentos não ao espetáculo, mas sim ao que acontecia na platéia durante a apresentação. Vieram os cães amestrados, o macaco com os palhaços e seu carro de bombeiro, o homem-cobra, os trapezistas... e nada, tudo parecia normal. Enfim, surgiu o malabarista: olhos fundos, pálpebras pintadas de negro e, em vez de trazer os tradicionais malabares, nesta noite ele trazia três ursos de pelúcia falantes. Todos ficaram espantados, jamais tinham visto coisa semelhante, apenas Sezefredo afirmou que vira numa fita de cinema algo parecido, segundo ele era coisa de americano, só podia ser. O malabarista então começou suas evoluções com os ursos, que gritavam e riam ( como se fossem animados) durante a apresentação. Ao final, ele passou os bichinhos de mão em mão e qual não foi o espanto quando as pessoas perceberam que eram bonecos comuns, como quaisquer outros, não possuiam orifícios muito menos algum equipamento que lhes possibilitasse falar. Assim absortos com os brinquedos nenhum dos moradores de Sezelândia percebeu que o tempo passara e que a noite se tornara dia. Quando saíram daquela espécie de transe, nada podiam dizer sobre o ocorrido. Quanto ao circo, desaparecera como que por encanto e nunca mais se soube se ele realmente estivera ali naquelas paragens ou não: a mente de todos estava esvaziada dos acontecimentos referentes àquele período, apenas uma estranha melodia ecoava na cabeça dos moradores quando os esforços se voltavam para as lembranças.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Duas bolas, por favor! Danuza Leão

Quem le este blog sabe que os textos aqui publicados via de regra são meus ou do Fabiano. Mas, resolvi abrir uma exceção, porque recebi este texto da Danuza Leão e o achei muito pertinente e curioso e, por isso, quis dividi-lo com nossos leitores. Espero que gostem.

Duas bolas, por favor!

Não há nada que me deixe mais frustrada do que pedir sorvete de sobremesa, contar os minutos até ele chegar e aí ver o garçom colocar na minha frente uma bolinha minúscula do meu sorvete preferido.


Uma só? Quanto mais sofisticado o restaurante, menor a porção da sobremesa.

Aí a vontade que dá é de passar numa loja de conveniência, comprar um litro de sorvete bem cremoso e saborear em casa com direito a repetir quantas vezes a gente quiser, sem pensar em calorias, boas maneiras ou moderação.

O sorvete é só um exemplo do que tem sido nosso cotidiano.

A vida anda cheia de meias porções, de prazeres meia-boca, de aventuras pela metade. A gente sai pra jantar, mas come pouco.

Vai à festa de casamento, mas resiste aos bombons.

Conquista a chamada liberdade sexual, mas tem que fingir que é difícil (a imensa maioria das mulheres continua com pavor de ser rotulada de 'fácil').

Adora tomar um banho demorado, mas se contém pra não desperdiçar os recursos do planeta.

Quer beijar aquele cara 20 anos mais novo, mas tem medo de fazer papel ridículo.

Tem vontade de ficar em casa vendo um DVD, esparramada no sofá, mas se obriga a ir malhar. E por aí vai.

Tantos deveres, tanta preocupação em 'acertar', tanto empenho em passar na vida sem pegar recuperação...

Aí a vida vai ficando sem tempero, politicamente correta e existencialmente sem-graça, enquanto a gente vai ficando melancolicamente sem tesão...

Às vezes dá vontade de fazer tudo 'errado'. Deixar de lado a régua, o compasso, a bússola, a balança e os 10 mandamentos.

Ser ridícula, inadequada, incoerente e não estar nem aí pro que dizem e o que pensam a nosso respeito. Recusar prazeres incompletos e meias porções.

Até Santo Agostinho, que foi santo, uma vez se rebelou e disse uma frase mais ou menos assim: 'Deus, dai-me continência e castidade, mas não agora'...

Nós, que não aspiramos à santidade e estamos aqui de passagem, podemos (devemos?) desejar várias bolas de sorvete, bombons de muitos sabores, vários beijos bem dados, a água batendo sem pressa no corpo, o coração saciado.

Um dia a gente cria juízo. Um dia. Não tem que ser agora!

Por isso, garçom, por favor, me traga: cinco bolas de sorvete de chocolate, um sofá pra eu ver 10 episódios do 'Law and Order', uma caixa de trufas bem macias e o Richard Gere, nu, embrulhado pra presente. OK? Não necessariamente nessa ordem!

Depois a gente vê como é que faz pra consertar o estrago...

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

A música e o moedor de carnes - Fabiano Fontes

Em agosto de 2010 os telespectadores foram massacrados por um moedor de carnes chamado mercado fonográfico, ao assistir a premiação do prêmio Multishow.Um dia ( em um tempo remoto) os festivais reuniam o melhor da produção artística musical no país, presenciávamos o nascimento de estrelas da grandeza de Caetano Veloso, Gil, Edu Lobo dentre outros, a organização de movimentos lítero-musicais, os debates sócio-econômicos também coloriam os momentos decisivos nos bastidores das apresentações.
Muita coisa mudou, e para pior!!Não quero acreditar(nem ser saudosista) que o ouvinte piorou ou extinguiu o bom gosto musical.O resultado da premiação e a falta de preparo para apresentações ao vivo beirou o vexatório.Foi constragedor olhar as expressões de Arnaldo Antunes e Nando Reis ouvindo a banda feminina( e não por ser composta por mulheres) executar clássicos dos Titãs perdidas no palco procurando a vocalista ou um roteiro para se seguido.Fui obrigado  a aceitar que os melhores são : Cine, Restart, Luan Santana ou Rodrigo Tavares(baixista do Fresno).
É certo o fim está próximo, a música morreu.O pouco que restava de música foi moída pela indústria e embalada com calças coloridas e riffs chicletes.A culpa é do Dadaísmo mal compreendido!isso mesmo, que gerou tardiamente na nova geração a sensação que para fazer arte não é preciso entendê la.Que sofrimento!

sábado, 28 de agosto de 2010

Otário Eleitoral 2 : A missão

Pensou que já ouviu todos os absurdos? Prepare-se: tem um candidato a senador cuja plataforma de campanha é acabar com o senado, alegando que este não serve para nada. Não sei o que é mais cômico: um sujeito se candidatar ao senado achando que ele precisa acabar( por que não se candidatou ao outro cargo então?) ou um candidato ao senado que nem sabe o papel que essa casa possui no processo democrático. È deprimente! Certo mesmo está Manuel de Barros: " O que não acaba no mundo é gente besta e pau seco."!